O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

sexta-feira, 2 de março de 2012

AGENTES DE JUSTIÇA COMUNITÁRIA PARA TERRITÓRIO DA PAZ GAÚCHO


Abertas inscrições para agentes de justiça comunitária no Território de Paz - http://www.esteio.rs.gov.br, 29/02/2012

Começou nesta quarta-feira (29) o prazo para inscrições para seleção de Agentes de Justiça Comunitária no Território de Paz, em Esteio (RS). Vinte vagas foram abertas para o projeto, que tem como objetivo capacitar lideranças da comunidade para buscar alternativas na solução de conflitos na sua região. A ação integra o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, e é realizado pela Prefeitura Municipal.

Os selecionados receberão capacitação sobre como atender à comunidade e uma bolsa auxílio mensal no valor de R$ 190,00 como ajuda de custo para transporte e alimentação. O Núcleo de Justiça Comunitária será formado na escola Maria Sirley Vargas Ferraz (CAIC), localizada na Rua Orestes Pianta, 207, e abrangerá as comunidades do Parque Primavera, Parque Votorantim, Jardim das Figueiras, Hípica, Barreira, Nazareno, São Jorge e Três Marias.

Para concorrer a uma das vagas, é preciso ter mais de 18 anos, ensino fundamental completo, residir no bairro há pelo menos um ano, entre outros requisitos que podem ser conferidos no edital de abertura das inscrições. É necessário ter um dia na semana disponível para atendimento à população e avaliação dos trabalhos e atendimentos pessoais. A seleção será feita com análise do formulário de inscrição, dinâmica de grupo e entrevista.

As inscrições serão realizadas até as 19h o dia 15 de março, no Centro de Convivência do Território de Paz (Rua Orestes Pianta, 210). O resultado está previsto para ser divulgado no dia 30 de março. Outras informações pelo telefone 3459-2323.

EDITAL: http://www.esteio.rs.gov.br/images/files/edital_justica_comunitaria2012.pdf


CRAS e Núcleo de Justiça Comunitária promovem oficinas sobre cidadania - Jesiel B. Saldanha, PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS, 30/01/2012, 14:45

O Núcleo de Justiça Comunitária do Território de Paz bairro Guajuviras em parceria como CRAS da região, realizará oficinas sobre o trabalho do NJC junto aos participantes das Frentes Emergenciais de Trabalho, programa operado pela Secretaria de Desenvolvimento Social. Serão quatro capacitações, que acontecerão entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro, na sede do CRAS, bairro Guajuviras, pela manhã e tarde.

Conforme Cristiane Pires, do NJC, o objetivo das oficinas é contribuir para a democratização do acesso à justiça, por meio de mobilização e capacitação não apenas dos agentes comunitários, mas também da comunidade que reside no Guajuviras. "Com isso, a atuação em mediações de conflitos também poderá ser fortalecida com divulgação e sensibilização comunitária sobre o trabalho do Núcleo. Assim, temos o estabelecimento de parcerias com as instituições diversas para efetivar a construção de soluções para os conflitos de forma colaborativa", avaliou.


COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Como o projeto pertence ao Poder Executivo, a denominação "agente de justiça" só serve para confundir o cidadão e as comunidades, levando a crer que estão recebendo serviços de "agentes de justiça" pertencentes ao Poder Judiciário. O melhor deveria ser "AGENTES COMUNITÁRIOS".

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