O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

sábado, 29 de janeiro de 2011

CUMPRINDO MANDADOS NO TERRITÓRIO DAS UPPs

Polícia sobe favelas da zona sul para cumprir mandados. Operação sinaliza que morros com UPPs não estão livres de incursões da polícia. Orientação foi para não usar fuzis, pois área é mais segura - Veja Online, 28/01/2011

Uma operação policial na manhã desta sexta-feira sinalizou, para a população e para os bandidos, que as favelas consideradas ‘pacificadas’ – como são chamados os morros com Unidades de Polícia Pacificadoda (UPPs) – também podem ser, como qualquer outro bairro da cidade, alvo de uma caçada a traficantes. Mas, para quem vive nesses locais, há pelo menos uma constatação de avanço em relação às demais operações: a Secretaria de Segurança orientou os agentes a não usar fuzis nas operações nas favelas do Pavão-Pavãozinho, Chapéu Mangueira e Babilônia, por considerar que são áreas mais seguras e, portanto, sem necessidade de uso de armamento de guerra.

Ainda assim, as armas longas foram usadas na ação - sem registro de tiroteios. No ano passado, uma ação semelhante foi realizada em outra favela com UPP, a Cidade de Deus, na zona oeste. Na manhã desta sexta-feira, foram presas 16 pessoas que, segundo a Polícia Civil, têm envolvimento com o tráfico de drogas. O objetivo anunciado das ações foi o de cumprir 21 mandados de prisão, mas o sinal que a Secretaria de Segurança emite é ainda mais valioso que o resultado da incursão: o de que áreas com UPPs devem ser seguras para moradores, não para quem tenta se esconder.

Participaram da ação policiais da 13ª DP (Ipanema), 12ª DP (Copacabana) e 14ª DP (Leblon). O site da polícia informa que, de acordo com a delegada Monique VIdal, da delegacia de Ipanema, este foi um desdobramento de uma ação iniciada em março de 2010, na qual foram detidos 29 suspeitos.

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