O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo de ligação entre cidadão e policial. O Comprometimento é a energia. O sucesso desta estratégia de segurança depende da eficácia, comprometimento e celeridade do SISTEMA DE JUSTIÇA CRIMINAL envolvendo segmentos reativos, periciais e discretos do aparato policial, da vigilância permanente do MP, da ação coativa e supervisora do Judiciário, de leis sérias e fortes, da presença proativa das Defensorias e de uma execução penal digna e recuperativa, complementado por políticas educacionais, sociais e de saúde capazes de manter a continuidade, salvaguardar e garantir o sucesso dos esforços de todos contra o crime, rumo à paz social.

domingo, 4 de setembro de 2011

BRIGADA INVESTIRÁ EM AÇÕES DE POLICIAMENTO COMUNITÁRIO

NOVA PRIORIDADE. BM investirá em ações de policiamento comunitário. Experiências de interação com a população foram apresentadas em seminário - zero hora 04/09/2011

Depois da troca de experiências com polícias militares de outros Estados durante o Seminário Nacional de Polícia Comunitária, na Capital, a Brigada Militar (BM) pretende aperfeiçoar sua forma de interagir com a população. Para tanto, deverão ser desenvolvidos projetos voltados especificamente para o policiamento comunitário.

Por quatro dias, especialistas do Brasil, da Argentina e do Japão apresentaram experiências exitosas em policiamento comunitário, especialmente em São Paulo, Rio, Ceará, Minas Gerais e Pernambuco. O teor das palestras foi condensado na Carta de Porto Alegre, que atesta: “Consolida-se a polícia comunitária como filosofia e forma inovadora de conceber e pensar ações de segurança pública”. As ideias apresentadas servirão para a composição de metodologias.

– Precisamos aprimorar o “como fazer”. Nós temos (algumas iniciativas), mas não foram implementadas como projetos. A polícia atua dentro de um planejamento de conceito tradicional – argumenta o comandante-geral da BM, coronel Sérgio Abreu, que ontem palestrou no encerramento do evento sobre o papel da polícia no estado democrático.

Conforme o comandante da corporação, o aperfeiçoamento dos contatos com a comunidade depende da solução de questões como a obtenção da confiança da população. Também é preciso um debate interno na BM, a fim de “reposicionar o seu foco”, ressalta o oficial.

Entre as experiências conferidas no seminário estiveram o viés do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) na segurança pública, as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio de Janeiro e o Território da Paz de Canoas.

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