O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

DE PROXIMIDADE - POLÍCIA CIVIL DO RIO PRESTA ATENDIMENTO EM DOMICÍLIO


POLICIAMENTO INVESTIGATIVO COMUNITÁRIO - Metade das delegacias da capital vai oferecer atendimento em domicílio - 05/09/2010 às 23h37m; O Globo

RIO - A Polícia Civil quer transformar a metade das unidades policiais da capital em Delegacias de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedics) até o fim do ano, conforme mostra reportagem de Vera Araújo, publicada na edição desta segunda-feira do GLOBO. Segundo o chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, na próxima semana, quatro delegacias passam a adotar o novo sistema de atendimento em domicílio: 13ª DP (Ipanema), 32ª DP (Taquara), 41ª (Tanque) e 42ª (Recreio dos Bandeirantes). Em outubro, a previsão é que as Dedics cheguem à 9ª DP (Flamengo), à 10ª DP (Botafogo) e à 20ª DP(Vila Isabel).

- Vamos fechar um cinturão de segurança na Zona Sul, na Zona Oeste e na Tijuca. Em seguida, a meta será implantar Dedics no Centro e na área da Leopoldina, para, depois, partir para a Baixada, Niterói e São Gonçalo. No interior, faremos concursos regionalizados para formar novos policiais para cada região - adiantou Turnowski.

Segundo o chefe de Polícia Civil, as Dedics são parte de uma estratégia de aproximação com a população, a fim de criar uma rede de informação. Outra proposta é criar equipes exclusivas com peritos para o atendimento nas Dedics, a fim de agilizar os exames. Na opinião de Turnowski, só assim é possível preparar um plano de segurança para grandes eventos como a Copa de 2014 e os Jogos de 2016.

Delegacias que fazem atendimento a domicílio registram aumento no número de prisões - 04/09/2010 às 18h05m - O Globo

RIO - Cenas de policiais jovens, com curso superior, laptop embaixo do braço e apertando a campainha de um condomínio vêm se tornando cada vez mais comuns nas ruas de sete bairros, principalmente na Zona Sul do Rio, conforme mostra reportagem de Vera Araújo, publicada na edição do GLOBO deste domingo.. Desde que foram criadas há seis meses, as sete Delegacias de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedics) - que prestam atendimento com hora marcada tanto na casa da vítima como nas suas próprias instalações - registraram um aumento de 144% no número de prisões, de março a junho deste ano, em comparação com o mesmo período de 2009. Também houve um crescimento, de 13,48%, no número de registros de ocorrência, reduzindo a subnotificação.

Uma pesquisa encomendada pela polícia a Ana Beatriz Leal, mestra em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas, para avaliar o atendimento das Dedics, revelou que 94% dos entrevistados ficaram satisfeitos. Os pesquisadores ouviram 234 pessoas, que registraram queixa, entre 1º de março e 31 de maio, na 12ª DP (Copacabana), na 14ª DP (Leblon), na 15ª DP (Gávea), na 16ª DP (Barra), na 19ª DP (Tijuca), na 35ª DP (Campo Grande) e na 77ª DP (Icara)

Para as Dedics funcionarem, o chefe de Polícia Civil, delegado Allan Turnowski, precisou implantar uma escala de oito horas diárias, totalizando 42 semanais. O esquema anterior, vigente nas delegacias onde não há o programa, é de 24 horas de trabalho por 72 de descanso - o que facilita o "bico" do policial e prejudica a elucidação dos crimes, segundo Turnowski:

- A Polícia Civil é essencialmente de investigação. O policial não pode começar a trabalhar na segunda e voltar a trabalhar só na sexta para continuar o caso. Essa quebra nas investigações levava a um péssimo desempenho. Quando você desenvolve um novo programa, no qual o policial trabalha todos os dias, ele começa na segunda e continua a investigação até o fim. Estamos rompendo com um modelo comum no Brasil todo.

COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Parabéns à Polícia Civil do Rio por esta oportuna iniciativa. Este modelo poderia ser colocado aqui no RS pela nossa não menos dinâmica Polícia Civil do RS.

Um comentário:

exercito combate disse...

eu adorei aideia moro ai no rio mas eu esto morado na bahia combatedo a pedofilia e as drogas juno com a policia e o concelho tutela,ass**jojelino ameida silva,36 anos