O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

sábado, 10 de novembro de 2012

OPINIÃO: PM A PÉ INIBE O CRIME

 
ZERO HORA 10 de novembro de 2012 | N° 17249

DO LEITOR


O problema da crise da segurança que vivemos se deve à legislação permissiva e ao Judiciário mais preocupado com o direito dos delinquentes do que com os do cidadão. Sergio Quadros, Engenheiro – Porto Alegre

O efetivo deve ser suficiente para cobrir todas as áreas e os PMs devem andar em dupla para não se tornarem vítimas. Décio Antônio Damin, Médico – Porto Alegre

Irá ajudar muito. Tenho saudade do tempo em que tínhamos nas ruas os Pedro e Paulo. Hildo Portela Aguiar, Autônomo – Viamão

Pode ajudar, mas pouco resolve. O criminoso não tem mais medo da PM. Albino Perleberg, Aposentado – Pelotas

Deveria ser o correto, mas não resolve com leis brandas. O PM prende, entrega na delegacia e o juiz solta. Janete Luchesi Garbini, Artista plástica – Porto Alegre

Os criminosos têm que temer a polícia e a Justiça. Medidas paliativas são tão inúteis quanto analgésicos para doenças graves. José Alvaro Seibel, Médico – Santa Rosa

A segurança pública está desmantelada e é claro que temos que nos contentar com soluções a conta-gotas. Artur Silveira,Funcionário público – Porto Alegre

Enquanto houver indulto para presos e menores de idade delinquentes continuarem impunes, qualquer medida para reduzir a criminalidade será paliativa.Virgílio Melhado Passoni, Aposentado – Jandaia do Sul

O que inibe os criminosos é a presença do policial. A pé, a cavalo ou de bicicleta, o importante é que ele esteja nas ruas.Daniel Gonçalves Ferreira, Aposentado – Encruzilhada do Sul

Não, só espalha para áreas que têm menos vigilância. O que inibe o crime é o bandido na cadeia. Paulo Bandarra, Médico – Porto Alegre

Sim. PMs a pé estarão mais próximos de nós, aumentando nossa segurança.Renato Mendonça Pereira, Professor – Alvorada

COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Meu comentário: Apesar de limitados no espaço de atuação, Policiais ostensivos a pé são muito mais preventivos, atentos e comprometidos do que os motorizados que patrulham áreas extensas. A pé, os policiais podem interagir com os moradores e comerciantes, levantar informações importantes para a segurança pública e ficar comprometidos com o local de trabalho se forem designados sempre para o mesmo posto de policiamento, passando a ser conhecidos e respeitados, além de perceber a situação e riscos inerentes ao posto. Para a segurança deste policial ostensivo a pé é preciso estabelecer a jornada com dupla de policiais (nunca sozinhos) e criar uma rede de apoio com patrulha de resposta rápida (guarnição motorizada) e patrulhas discretas (guarnição motorizada com viaturas sem identificação ou policiais a pé sem uniforme e infiltrados na multidão)

 


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