O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O DESAFIO DE PENSAR GRANDE E AGIR PEQUENO

Abdon Barretto Filho, Diretor da Rede Plaza de Hotéis - JORNAL DO COMERCIO, 12/04/2012

A globalização, os avanços tecnológicos, as desregulamentações de mercados e a sustentabilidade do Planeta estão influenciando todas as organizações. Podem–se destacar as organizações prestadoras de serviços, que sofrem mais rapidamente com as mudanças nos comportamentos dos consumidores e a agressividade dos concorrentes.

Logo, a melhor defesa para manter-se no mercado é o “Pensar grande, agir pequeno”. Convém salientar que o “Pensar grande” deve ser compreendido como estar em sintonia com os eventos e tendências globais, porque o efeito do fluxo de ideias, dos bens e serviços sobre as preferências dos consumidores é real e considerável.

Na realidade, o consumidor quer o melhor, aqui e agora, de preferência bom, bonito e barato levando algumas organizações ao declínio. A perda de mercados de uma organização começa quando não consegue adequar-se à evolução da preferência da demanda. Os clientes, ao receberem novas informações, realizam comparações inevitáveis.

Algumas vezes, as organizações nem sempre possuem recursos financeiros, materiais e humanos capazes de atender as preferências globalizadas dos seus clientes. A economia de escala é um grande fator, porque elimina os pequenos ofertantes. Porém, é salutar imaginar que ainda existem as possibilidades para as pequenas organizações realizarem atendimentos aos novos segmentos e/ou nichos de mercados.

Além disso, se não for líder ou participar da liderança do mercado, poderá, através da inovação, criar novos mercados. Será? Além de “Pensar grande”, as organizações econômicas – empresas e entidades – deverão “Agir pequeno”, isto é, serem ágeis e flexíveis diante das preferências reveladas e as expectativas dos clientes e consumidores.

As estruturas hierárquicas rígidas e impositivas devem ceder aos comprometimentos e profissionalismos de todos os envolvidos para o sucesso da organização.

Tudo que puder ser substituído pela máquina será. Porém, a inteligência e a experiência humana serão os grandes delimitadores dos avanços tecnológicos. Nada substitui o contato e o talento humano.

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