Polícia Militar reforça efetivo nas escolas com a volta às aulas - correio braziliense, 25/07/2011 08:54
Com a volta às aulas em grande parte das escolas do Distrito Federal nesta segunda-feira (25/7), o Batalhão Escolar da Polícia Militar reforçou o efetivo nas escolas, com objetivo de orientar os alunos e controlar o trânsito nos arredores das unidades de ensino.
Segundo o comandante do Batalhão Escolar, Tenente Coronel Eduardo Leite Souza, já começam hoje ações educativas e de fiscalização. Os militares vão abordar vans escolares e verificar se a situação é regular ou se os veículos operam de maneira ilegal.
"Muita Calma Nesta Escola"
Um programa da secretaria de Segurança Pública (SSP), em parceria com o Batalhão Escolar da Polícia Militar, mapeou as escolas do DF que mais oferecem risco aos alunos e promete reduzir a violência. A iniciativa pretende coibir o tráfico e uso de drogas nas instituições e nos arredores, além de combater a prática do bulliyng entre os estudantes.
Segundo informações da assessoria de imprensa da SSP, a PM mapeou entre 50 e 60 escolas com situações mais críticas. Estas serão as primeiras a receber o programa, batizado de "Muita calma nesta escola", que será lançado nesta quarta-feira (27/7) e deve durar até novembro, quando termina o ano letivo. Os estabelecimentos de ensino com menor risco serão monitorados por ronda, de modo que um policial ficará responsável por mais de uma escola.
O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo de ligação entre cidadão e policial. O Comprometimento é a energia. O sucesso desta estratégia de segurança depende da eficácia, comprometimento e celeridade do SISTEMA DE JUSTIÇA CRIMINAL envolvendo segmentos reativos, periciais e discretos do aparato policial, da vigilância permanente do MP, da ação coativa e supervisora do Judiciário, de leis sérias e fortes, da presença proativa das Defensorias e de uma execução penal digna e recuperativa, complementado por políticas educacionais, sociais e de saúde capazes de manter a continuidade, salvaguardar e garantir o sucesso dos esforços de todos contra o crime, rumo à paz social.
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