O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

DESGASTE NAS UPPS

CBN RIO - SEXTA, 02/08/2013, 10:42

Beltrame nega desgaste na política das UPPs, mas reconhece 'problemas locais'


Em entrevista exclusiva à CBN, secretário de Segurança diz que monitora migração de traficantes para o interior do estado e afirma que não quer enganar a população mandando PMs para serem retirados em seguida.

O secretário estadual de Segurança negou desgaste na política das UPPs, mas reconheceu que há 'problemas locais identificáveis'. José Mariano Beltrame lembrou, ainda, das mazelas na Polícia Militar, que não são generalizadas.

Beltrame afirmou que 'nunca vai estar satisfeito em relação à segurança pública' e disse que se baseia em resultados.

Sob protestos que pedem a desmilitarização da Polícia Militar, o secretário acredita que a medida pode ser boa, mas é preciso ser mais discutida. Ele deu o exemplo da polícia chilena, que, segundo Beltrame, oferece aperfeiçoamento com cursos e universidade, e complementa com outros conhecimentos.

Durante a entrevista, o secretário de Segurança disse que monitora a migração de traficantes para o interor do estado e afirmou que não 'quer enganar a população mandando PMs para serem retirados em seguida'. Beltrame explicou que a permanência da polícia na favela da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, não se trata de uma Unidade da Polícia Pacificadora, mas sim de um destacamento permanente da PM e que a ocupação já estava planejada. Segundo ele, 'o destacamento é um policiamento que não tem todas as características da UPP'.

Sobre o caso Amarildo, José Mariano Beltrame afirmou que está 'imbuído pessoalmente na elucidação do caso'. O pedreiro sumiu há duas semanas, após ser levado por policiais da UPP da Rocinha para prestar depoimento.

Mariano Beltrame, secretário de Segurança do Rio
(Crédito: Guilherme Pinto / Extra / Agência O Globo)

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