O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

POLÍCIA COMUNITÁRIA JÁ BENEFICIA 12 CIDADES DO RS

PORTAL DA SSP-RS, 21 de Janeiro de 2014 às 14h21min



Caxias do Sul foi a cidade pioneira, onde o projeto existe há mais de um ano


O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Segurança Pública (SSP), vem implantando o projeto de Polícia Comunitária em diversas regiões do Estado. O projeto começou em 2012 e hoje são 12 municípios beneficiados. O investimento é de R$ 11 milhões nesta etapa.

O modelo de polícia comunitária traz um conceito inédito no Brasil, ao aproximar os policiais da população, alimentando a sensação de segurança pública a partir dessa convivência. Combina o policiamento comunitário denominado de "Chuzaisho" (do Japão) e o de policial de quarteirão. Traz para o perímetro urbano o conceito japonês que coloca o policial a morar em pequenas comunidades da zona rural.

É operado a partir de núcleos, formados por bairros, que são atendidos por PMs que moram nos locais onde farão o policiamento. Uma parceria entre a SSP e as prefeituras garante uma bolsa-auxílio para o pagamento do aluguel das casas para os policiais. Na implantação do projeto, o Estado entrega uma viatura nova para cada núcleo e equipamentos de uso individual para cada policial. A secretaria, por meio de seu Departamento de Ensino e Treinamento, capacita policiais e líderes comunitários

O secretário da Segurança Pública, Airton Michels, diz que o projeto é uma forma de aproximar ainda mais o Estado da população, garantindo a sensação de segurança. “Policiais e moradores se conhecem pelo nome. "Muitas vezes os PMs chegavam após o crime para registrá-lo. Com a polícia comunitária eles estão nos bairros o tempo todo coibindo qualquer violência e contando com a colaboração da comunidade”".

Caxias do Sul foi a cidade pioneira, onde o projeto existe há mais de um ano. Após a implantação, os homicídios nos bairros com policiamento comunitário diminuíram mais de 50%. Até junho de 2014, 23 municípios do Rio Grande do Sul terão Polícia Comunitária, somando 147 núcleos no Estado.

Hoje, 12 cidades (68 núcleos) têm o projeto: Caxias do Sul, Bagé, Bento Gonçalves, Campo Bom, Canoas, Cruz Alta, Esteio, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Santa Cruz do Sul, Sapucaia do Sul e Rio Grande.

Assista ao vídeo da Polícia Comunitária: http://www.youtube.com/watch?v=EVTL_JOtllM

Texto: Patrícia Lemos

Foto: Camila Domingues

Edição: Redação Secom (51)3210-4305

3 comentários:

Unknown disse...

MEU PRIMO TA FUNMANDO MACONHA COM AMIGOS DELES.DA UMA CADEIA PRA ELES BOTA ELE NO XADRES.

Unknown disse...

MEU PRIMO FERNANDO MIGUEL TA ROUBANDO CARROS DIRETO

Unknown disse...

PEGA ELES POLICIAIS DA GOC PEGA ELES .