O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O POLICIAL COMUNITÁRIO E RELAÇÕES PÚBLICAS



BM Polícia Comunitária Relações Públicas Policial Comunitário - GELSON VINADÉ, 11/06/2009

Manual de Relações Públicas editado e adotado pela Brigada Gaúcha em maio de 1982. Reposiciona idéias e modifica paradigmas. Considera o cidadão um cliente cujo foco deve merecer as atenções da Polícia. Apresenta o Policial Comunitário como alternativa para otimizar e customizar os recursos comunitários e mobilizar seus integrantes no combate à criminalidade. Apresenta a Polícia como um dos atores desse processo, não o único. Na época, o entendimento reinante era de que segurança pública era somente de responsabilidade dos órgãos policiais.

O conceito de cliente foi incorporado à cultura brigadiana, forçando a mudança de paradigmas e a repensar a razão de existir da polícia. O centro de atenções deve ser o cidadão, tudo deve ser planejado e pensado em sua função. Os órgãos policiais devem subordinar-se aos interesses comunitários e, esta, deve ser parceira e co-gestora nesse processo.

Na época o foco não era a comunidade como um todo, até mesmo como decorrência do momento vivido e da forte cultura militar reinante em detrimento da policial.

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