O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

domingo, 21 de março de 2010

POLÍCIA CIDADÃ - A INSTITUCIONALIZAÇÃO NA BM DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO

Novo modelo de segurança - INFORME ESPECIAL | TULIO MILMAN - Zero Hora, 20 de março de 2010

Era só uma experiência. Deu certo e vai se espalhar.

Toda a Brigada Militar gaúcha está se juntando ao projeto Polícia Cidadã. Sob a coordenação do major Clóvis Reis da Silva Jr., um gabinete especial foi criado para cuidar do assunto. É diretamente ligado ao comando-geral.

A ideia é estreitar os laços com a comunidade através de reuniões em todos os municípios gaúchos. Em um mês, já foram realizadas mais de 650.

Novas práticas de relacionamento com a sociedade estão sendo implementadas. Novidades do patrulhamento

Uma das iniciativas incorporadas pela Brigada é o “Estive Aqui”. Durante as patrulhas, os soldados de todo o Estado deixarão bilhetes nas portas ou nas caixas de correio das residências, lojas e bancos visitados. Até agora, a prática era limitada a algumas regiões da Capital. A intenção é aumentar a sensação de segurança e dar visibilidade a um tipo de trabalho que muitas vezes não é percebido pela população.

Municípios e bairros passarão a ter os seus Conselhos Comunitários de Segurança.

COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - PARABÉNS AO CEL TRINDADE, ATUAL CMT GERAL, QUE DETERMINOU A INSTITUCIONALIZAÇÃO DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO NA BRIGADA MILITAR, DESTA VEZ TENDO O APOIO DO GOVERNO DO ESTADO.

A DENOMINAÇÃO "POLÍCIA CIDADÃ" JÁ FOI UTILIZADA NO GOVERNO OLÍVIO PELO SECRETARIO BISOL PARA APROXIMAR AS POLÍCIAS CIVIL E MILITAR DA SOCIEDADE. O CMT GERAL DA ÉPOCA, CEL LUDWIG, CRIOU UMA SUBSEÇÃO NO EMBM PARA APLICAR NA CORPORAÇÃO OS CONCEITOS E AS ESTRATÉGIAS DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO. INFELIZMENTE, A IDÉIA NÃO TEVE CONTINUIDADE DEVIDO A TROCA DO CMT GERAL QUE EXTINGUIU O DEPARTAMENTO E REMOVEU OS OFICIAIS ESPECIALISTAS, PRIORIZANDO AS BLITZ, AÇÕES DE CONTENÇÃO, EM RELAÇÃO ÀS ATIVIDADE DE PREVENÇÃO E A APROXIMAÇÃO.

COM ISTO, O POLICIAMENTO OSTENSIVO FICOU AINDA MAIS DISTANTE DO CIDADÃO, OS BAIRROS FORAM ABANDONADOS E O POLICIAL TEM SE PREOCUPADO APENAS EM ATENDER OCORRÊNCIAS, MEIDAR CONFLITOS E SALVAR A PELE NOS ENFRENTAMENTOS COM O CRIME.

O CEL REIS, PARCEIRO NA ELABORAÇÃO DE UM MANUAL DE GESTÃO DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO EM 2001, É UM ESPECIALISTA NESTA ÁREA E PODE MUITO BEM, SE TIVER REFORÇO DA SSP E CONTINUIDADE, INTERNALIZAR DE VEZ ESTA FILOSOFIA NA BRIGADA MILITAR. DESEJAMOS SUCESSO NA EMPLEITADA.

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