O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento que utiliza estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento e comprometimento com o local de trabalho e com as comunidades na preservação da ordem pública, da vida e do patrimônio das pessoas. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado. O Comprometimento é a energia.

Esta estratégia de policiamento visa garantir o direito da população à segurança pública, mas, tendo em vista que confiança é essencial, o sucesso depende de policiais preparados, do apoio da sociedade organizada, das comunidades, de leis respeitadas e da interação entre poderes, instituições e órgãos envolvidos num Sistema de Justiça Criminal que exige finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, valor à vida das pessoas, comprometimento, objetivo, coatividade, instrumentos de justiça ágeis, execução penal responsável e forças policiais bem formadas, respeitadas, valorizadas, especializadas, atuando no ciclo completo e capacitadas em efetivos para exercer função essencial à justiça na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

RONDAS DE BICICLETA

ZERO HORA MOINHOS 24 de janeiro de 2013 | N° 17322


Rondas de bicicleta em parques da região

Policiamento sobre duas rodas, feito pela Brigada Militar, completa um ano e pode ser ampliado



Ao completar um ano, as rondas de bicicleta da Brigada Militar pela região recebem boa avaliação da corporação e, no horizonte, surgem opções de ampliação do serviço. As informações são do capitão Júlio Cesar de Ávila Peres, comandante da 3ª Companhia do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

Uma entre as vantagens atribuídas ao policiamento sobre duas rodas e sem motor é a mobilidade. No trânsito cada vez mais congestionado, os brigadianos conseguem evitar as filas de carros e chegar a uma ocorrência com maior agilidade.

Se o caso é mais sério e exige prisões, por exemplo, os policiais vão até o local com a bicicleta para atender a ocorrência enquanto, ao acompanhar pelo rádio as informações, outra parte do efetivo se desloca por viatura. O comandante também destaca a maior proximidade entre a comunidade e a corporação, identificada pelo uniforme amarelo e preto.

– Com as bicicletas, o atendimento melhorou bastante, e a comunidade gosta. Conseguimos atender, inclusive, mais ocorrências do que uma viatura, em virtude do aumento da capacidade operacional – afirma Ávila.

A prática foi inspirada em outras cidades gaúchas e em polícias do Exterior. A 3ª Companhia conta com oito bicicletas, no estilo mountain bike, mais robustas, que fazem o policiamento entre o Parcão e a Redenção, podendo trabalhar fora do trecho. Cada policial tem a sua bicicleta e conta com arma, bastão, algema, lanterna e material para registrar ocorrência. Conforme Ávila, policiais que ainda não trabalham com as bikes já manifestaram vontade de usá-las, o que deve ocorrer após a formação de novos soldados que aumentarão o efetivo:

– Para trabalhar com a bicicleta, o policial tem de se voluntariar. E cada vez mais eles querem isso. Os que já usam estão gostando, até por fazer uma atividade física.

O policiamento de bicicleta é feito normalmente durante o dia e, excepcionalmente, à noite, durante eventos.



Nenhum comentário: