O Policiamento Comunitário ou de Proximidade é um tipo de policiamento ostensivo que emprega efetivos e estratégias de aproximação, ação de presença, permanência, envolvimento com as questões locais, comprometimento com o local de trabalho e relações com as comunidades, objetivando a garantia da lei, o exercício da função essencial à justiça e a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do do patrimônio. A Confiança Mútua é o elo entre cidadão e policial, entre a comunidade e a força policial, entre a população e o Estado.

domingo, 16 de setembro de 2012

PROPOSTAS












JORGE BENGOCHEA


Porto Alegre é a capital do estado mais meridional do Brasil, o Rio Grande do Sul, localizada no extremo sul do Brasil, com uma população um milhão e meio de habitantes numa área aproximada de 500km2.  Os habitantes deste Estado são conhecidos como "gaúchos"

Pois, a capital dos gaúchos, assim como outras tantas neste imenso Brasil, vem sendo assolada por ondas de assaltos diante da ausência de policiais ostensivos nas ruas, do tempo de resposta policial demorado, pelo sucateamento das forças policiais, pela morosidade da justiça e pelas benevolências que a lei estende para os criminosos, gerando impunidade, inutilidade do esforço policial e terror para de um cidadão a mercê deste estado de insegurança, descaso e inoperância estatal.

Como a polícia ostensiva estadual não vem tendo a capacidade colocar efetivos em todos os bairros da cidade, de mudar as leis e de exigir uma justiça mais comprometida, ágil e coativa, ela precisa adotar algumas medidas de sua responsabilidade para atender os anseios da população por um mínimo de segurança.

Neste sentido proponho...

MEDIDAS EMERGENCIAIS

1. PERMANÊNCIA - Sob controla dos Comandos Operacionais, empregar efetivos a pé e guarnições motorizadas nas ruas em destacamentos e bases comuitárias com responsabilidade territorial no bairro, não muito ampla, para o contato permanente com a comunidade local, patrulhamento direcionado e presença real do policiamento ostensivo.

2. PATRULHAS DE RESPOSTA-RÁPIDA - Instalar guarnições de pronta-resposta  em pontos estratégicos para responder chamadas do CIOSP, apoiar o patrulhamento comunitário, reforçar em caso de ocorrências arriscadas e fazer a contenção de conflitos em força, estabelecendo a presença potencial no policiamento ostensivo.

3. PATRULHA DISCRETA - Empregar guarnições de policiais a civil em veículos discretos para identificar possíveis origens de ocorrências e apoiar as guarnições do policiamento comunitária e patrulhas de resposta-rápida. É um segmento do ciclo completo policial.

4. REUNIÕES COMUNITÁRIAS - Convocar reuniões comunitárias nos bairros onde os índices de criminalidade são maiores para levantar os anseios e estabelecer uma parceira na busca de soluções.

5. FALE COM O COMANDO:  Programa importante de ouvidoria e relacionamento com os públicos interno e externo, onde policiais militares, funcionários civis, familiares destes, moradores, comerciantes, políticos e lideranças comunitárias têm acesso direto e particular ao comando para explanar anseios e sugerir propostas. De preferência em horário fora do expediente normal devido à disponibilidade maior do tempo. 

MEDIDAS PLANEJADAS

1. DIAGNÓSTICO - Realizar uma pesquisa e relatório (anamnese) do cenário para identificar os níveis e evolução da criminalidade e violência local, relacionando os pontos fortes e fracos da polícia ostensiva com as ameaças e clamor popular por maior efetividade policial, levantando todos os motivos que estão causando a ausência e inoperância policial e renovando os valores, princípios e compromissos da visão institucional na prestação de serviço ao cidadão da capital. Este relatório irá determinar os caminhos da polícia ostensiva no enfrentamento das ameças, em especial no tratamento de redução dos níveis de criminalidade e da violência;

2. INSTITUCIONAL - Reunir os Comandantes para determinar a implantação em todas as OPM das estratégias de policiamento comunitário, aproximando as guarnições policiais aos locais de trabalho, criando postos de policiamento, instalando bases comunitárias em pontos estratégicos e resgatando principios da ação de presença, presença real, responsabilidade territorial, e comprometimento com o local de trabalho;

3. METAS - Estabelecer indicadores de redução da criminalidade para todos os Comandantes, prevendo um feedback a cada trimestre, premiando os Comandantes e OPM que atingirem as metas propostas;

4. PRINCÍPIOS - Resgatar as táticas previstas nos antigos manuais de policiamento que ensinavam as características, as variáveis e os princípios de policiamento ostensivo;

5. EXCELÊNCIA - Priorizar a dotação de efetivos em número suficiente, bem formados, qualificados, treinados, capacitados e motivados, com condições de trabalho, assistência, moradia e remuneração digna para os riscos de morte e de saúde que o ofício policial e a dedicação exclusiva envolvem;

6. INVESTIMENTOS - Investir em equipamentos de segurança, armamento e tecnologia para uso pessoal e das guarnições policiais nas suas diversas especificações;

7.  CICLO COMPLETO - Aprimorar a prevenção de delitos e a segurança do policial ostensivo com guanições discretas no apoio velado, e treinar os policiais para abordagem, imobilização e isolamento de locais de crimes.

8. NÚCLEOS COMUNITÁRIOS - Organizar e desenvolver núcleos preventivos de segurança comunitária nas associações de bairro, nas escolas, nos clubes de serviço, nas igrejas e em outros segmentos da sociedade organizada, para desenvolver campanhas preventivas, acompanhar os níveis de sensação de segurança e colaborar com as forças policiais na solução de problemas e antecipação de possíveis causas de delitos.

9. SEGURANÇA MUNICIPAL - Estabelecer convênio com as guardas municipais e apoiar projetos para transformar estas guardas em polícia municipal atuando como força auxiliar das polícias militares, empregadas em destacamentos nos bairros e postos comunitários em parques e praças públicas, escolas municipais e  segurança de centros prisionais municipais e demais bens públicos municipais.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

RELATÓRIO LEE BROWN - POLICING NEW YORK CITY IN THE 1990's



Em 1990, Lee P. Brown, então Police Commisioner da NYPD, desenvolveu um relatório "to the Citizens of New York City", mostrando a necessidade de transformação do Departamento Policial para uma maior aproximação com as muitas comunidades da cidade, partindo da seguinte visão:

- O Departamento Policial da Cidade de Nova Iorque existe para proteger a vida e a propriedade dentro da lei, manter a ordem na comunidade, reduzir o crime e o medo de crime nos bairros, com grande respeito à dignidade humana e de acordo com os padrões mais altos de habilidade profissional, integridade e responsabilidade.


E definiu...

Os componentes chaves da transformação para o policiamento comunitário são:

· A presença do policiamento comunitário será providenciada para todos os bairros de cidade.

· A solução de problemas se tornará o caminho padrão em qual os integrantes do Departamento respondem a situações trazidas à atenção deles/delas, quando em patrulha ou em administrativo , investigativo ou em tarefas de apoio. O Departamento administrará suas operações até certo ponto, e estimulará os policiais baseado em compromisso a um jogo escrito de valores que guiam suas ações.

· Policiando os bairros da cidade - a patrulha ostensiva terá a estrutura, o apoio e recompensas necessárias para fazer isto como um lugar desejável para próprio policial gastar o dele ou a carreira dela como qualquer outra tarefa no Departamento.

· A criatividade policial será reconhecida formalmente e será usada resolvendo problema. Igualmente, haverá policiais responsáveis pelas ações deles/delas, dentro do contexto da missão do Departamento, valores, objetivos, políticas e procedimentos.

· Novas medidas de desempenho Departamental serão desenvolvidas para manter em constante feeedback o Departamento e provêem com a pesquisa na comunidade se o Departamento está alcançando seu objetivos.

· Serão controladas as demandas de trabalho do fone 911 . Um sistema melhorado para classificar a chamada, indicação e procedimentos que serão projetados e implementados. Os policiais serão nomeados para um determinado bairro no qual ajudam responder a chamadas para serviço que vem do bairro deles/delas.

· O Sistema de Despacho de Patrulha, que mandava o pessoal para o atendimento das várias ocorrências, será revisado para refletir a integração de todo o pessoal na estratégia do policiamento comunitário.

· A base do serviço para o qual são recrutados será alargado. Pessoas aceitarão o compromisso do departamento como uma organização policial que representa a comunidade, a qual vê o trabalho policial como um serviço para comunidade, em lugar de buscar o indivíduo será identificado e será procurado.

· O processo de seleção será modernizado. A seleção desenvolverá investigações profundas e a prova psicológica será revisada para um recrutamento orientado ao policiamento comunitário.

· Os policiais civis e de uniforme (discretos e uniformizados) se tornarão membros iguais na transição para o policiamento comunitário.

· O Departamento de treinamento terá aumentada as suas responsabilidades e, em algumas instâncias, totalmente, revisado. Eles ensinarão as novas habilidades requeridas para o policiamento comunitário, ensinando como resolver problemas, prevenir o crime e organizar a comunidade.

· Os mecanismos de avaliação de desempenho serão revisados e desenvolvidos para proporcionar aos policiais o feedback no seu desempenho e lhes ajudar fortalecer a sua efetividade.

· Novos sistemas de recompensa serão desenvolvidas para reforçar à comunidade que a policia tem valores e assegurar que o reconhecimento é para os que se superam levando a cabo a filosofia do policiamento comunitário.

· Os mecanismos de controle de integridade serão completamente revistos para assegurar a manutenção do nível mais alto de integridade ao longo do Departamento, encorajando e apoiando o exercício da discrição por pessoas de princípios que trabalham para rechaçar os problemas .

Tradução: Jorge Bengochea

COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Recomendo a leitura por todos aqueles que acreditam nas estratégias de policiamento comunitário, um tipo de policiamento que fomenta a aproximação, o comprometimento, a responsabilidade territorial e as relações da força policial e dos policiais com as comunidades e suas lideranças. É muito interessante, pois faz uma diagnóstico da NYPD; relaciona novas estratégias com os valores; indaga sobre o contexto do policiamento e dos padrões e tendências crime na cidade metropolitana; faz uma avaliação dos últimos 20 anos do departamento policial e estabelece os passos para a implementação do policiamento comunitário, aproximação da polícia, treinamento, cobrança dos gestores e resgate das relações de confiança junto aos cidadãos.

Pode ser copíado do site www.bengochea.com.br

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

NÚCLEO DE POLICIAMENTO COMUNITÁRIO E INTEGRAÇÃO POLICIAL

ZERO HORA 12 de setembro de 2012 | N° 17190

COMBATE AO CRIME. Reforço na segurança em Canoas


Brigada Militar, Polícia Civil e Secretaria de Segurança Pública e Cidadania de Canoas anunciaram ontem reforços no combate à criminalidade no município. O trabalho integrado contempla criação de novas delegacias, nomeação de agentes e implantação do Núcleo de Policiamento Comunitário.

Conforme o delegado Guilherme Pacífico, titular da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, serão estruturadas duas novas delegacias na cidade: de homicídios e da criança e do adolescente:

– Elas devem entrar em funcionamento em outubro, com agentes experientes trabalhando ao lado de novos.

Comandante do 15º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o tenente-coronel Mário Ikeda destaca que a BM contará com 90 novos soldados, que em abril concluirão a etapa de formação. Ikeda destaca, também, que neste ano será implantado o Núcleo de Policiamento Comunitário – a estrutura consiste em 10 equipes de uma viatura e três PMs cada, que atuarão no mesmo bairro onde moram, buscando maior contato com a população.

– Hoje, atendemos mais ocorrências do que interagimos com a comunidade – diz o comandante.

O Núcleo de Policiamento Comunitário funcionará em parceria com a prefeitura. A administração municipal fornecerá uma bolsa-formação de R$ 600 para os policiais. Para delimitar as microrregiões, serão aproveitadas divisões do Orçamento Participativo.

– Queremos retomar o vínculo policial com a região. Nosso trabalho também visa à Copa de 2014 – ressalta o secretário-adjunto de Segurança Pública e Cidadania de Canoas, Túlio Moreira.

domingo, 9 de setembro de 2012

CURSO SENASP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SITUACIONAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA - SENASP - CURSO EAD

43. Planejamento Estratégico - PES

Modalidade: Curso a Distância
Carga Horária: 60 horas

Apresentação - O curso visa gerar oportunidade de reflexão sobre temas como: a qualificação profissional, o estudo epidemiológico da violência e do crime, a reestruturação organizacional e infra-estrutural e a priorização do pensamento estratégico. O objetivo é a familiarização com as metodologias apresentadas para que você tenha melhores condições de colaborar com o planejamento estratégico de sua organização.

Público de Interesse - O curso se destina aos profissionais da área de segurança pública e aos profissionais administrativos que atuam nessas instituições.

Requisitos - Este curso não exige que tenham sido realizados cursos anteriores na REDE EAD.

Recomendações - Recomenda-se que você tenha disponibilidade de 5 a 7 horas por semana para leitura dos módulos e materiais complementares, pesquisas, realização de exercícios e interação com tutor e demais estudantes.

Conteúdo Programático

Módulo 1 - Evolução Histórica e Fundamentação Teórica do Planejamento
Módulo 2 - Metodologias de Diagnóstico Prévio ao Planejamento
Módulo 3 - Desenvolvimento do Planejamento Estratégico
Módulo 4 - Sistemas de Planejamento Estratégico

Referência Bibliográfica

CERTO, Samuel, Administração Estratégica: planejamento e implantação da estratégia. 2ª Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento estratégico: fundamentos e aplicações. 10ª Reimpressão. Rio de janeiro: Elsevier, 2003.
_________________. Administração nos novos tempos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
COLLINS James C. & PORRAS, Jerry I. Construindo a Visão da Empresa. In Revista eletrônica HSM Management n° 7, março/abril de 1998. FISCHMANN, Adalberto A. & ALMEIDA, Martinho R. Planejamento Estratégico na Prática. São Paulo: Atlas, 1991.



COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Recomendo este curso a todo gestor de policiamento comunitário, já que o sucesso da aplicação desta filosofia depende do pleno conhecimento dos pontos fracos e fortes do departamento que comanda e das ameaças e oportunidades que podem surgir no espaço de responsabilidade territorial. É um diagnóstico para identificar o cenário e os problemas e conhecer a sí próprio para enfrentar estes problemas. É uma anamnese que um médico faz para tratar um paciente, buscando ouvir pessoalmente o problema, pesquisar a doença através de exames técnicos e adotar o remédio adequado. Após o procedimento, deixa passar um tempo para fazer o feedback para reavaliar o problema e o sucesso ou não do tratamento.  Muitas vezes se aplica o policiamento comunitário sem conhecer o ambiente e nem o potencial dos policiais que irão liderar e executar a prestação de serviço.
Recomendo a leitura do meu livro "Ordem e Liberdade" que trata sobre causas e efeitos da insegurança pública.

CURSO SENASP DE MEDIAÇÃO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA - SENASP - CURSOS EAD


36. Mediação Comunitária - MCOM

Modalidade: Curso a distância
Carga horária: 40 horas

Apresentação - No curso de Mediação de Conflitos 1 você estudou os aspectos conceituais da mediação e do mediador. Já, no curso de Mediação de Conflitos 2, você estudou os modelos, as técnicas e o passo a passo do processo mediação. Em ambos os cursos o papel da mediação no contexto comunitário foi sempre lembrado, mas nesse curso específico, você terá a possibilidade de ampliar seu conhecimento sobre esse tema com aportes da experiência de Justiça Comunitária desenvolvida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território – TJDFT. Espera-se que o conteúdo desse curso possa auxiliá-lo nas suas atividades de segurança pública e, ao mesmo tempo inspirar outras experiências de mediação comunitária.

Público de Interesse - O curso se destina aos profissionais da área de segurança pública e aos profissionais administrativos que atuam nessas instituições.

Requisitos - Este curso não exige que tenham sido realizados cursos anteriores na REDE EAD.

Recomendações - Recomenda-se que você tenha disponibilidade de 5 a 7 horas por semana para leitura dos módulos e materiais complementares, pesquisas, realização de exercícios e interação com tutor e demais estudantes.

Conteúdo Programático

Módulo 1 – Estabelecendo o cenário
Módulo 2 – O Espaço e a Equipe da Mediação Comunitária
Módulo 3- Pensando na Capacitação da Equipe

Referências Bibliográficas

BRASIL. Justiça Comunitária. Brasília: TJDF, 2006
BRASIL. Secretaria Justiça e Direitos Humanos. Direitos Humanos e Mediação Comunitária. 2010. [Org. SEIDEL, Daniel]
CORDEIRO, Bernadete M. P.; SILVA, Suamy. S. Direitos humanos: referencial prático para docentes do ensino policial. 2. ed. Brasília: CICV, 2005.
CORDEIRO, Bernadete M. P. Estado da arte: estudo sobre as idéias de estudiosos, instituições nacionais e internacionais, bem como organismos governamentais e não governamentais, sobre a elaboração de uma agenda de temas e ações de treinamento “comuns” para diminuir as cifras de violência e de criminalidade na América Latina. Brasília: PNUD, 2008. (Projeto 04/29: relatório técnico)
TAVARES DOS SANTOS, José Vicente. Violências, América Latina: a disseminação de formas de violência e os estudos sobre conflitualidades. Disponível em < http://www.scielo.br/scielo>. Acesso em 12 set 2008.



37. Mediação de Conflitos 1 - MC1

Modalidade: Curso a Distância
Carga Horária: 60 horas

Apresentação - Este curso foi elaborado a partir do material didático do Curso de Mediação e Resolução Pacífica de Conflitos em Segurança Cidadã, desenvolvido no âmbito do Projeto de Cooperação Técnica Internacional Segurança Cidadã, executado pela SENASP, em parceria com o PNUD.
A Mediação de Conflitos é um dos instrumentos metodológicos desenvolvidos para a prevenção da violência e a construção de uma Cultura de Paz. Deve ser compreendida como um mecanismo mais amplo de desconstrução de conflitos, destinado a transformar padrões de comportamento e a estimular o convívio em ambiente cooperativo, no qual os conflitos possam ser tratados sem confrontos e de modo não adversial.

Público de Interesse - O curso se destina aos profissionais da área de segurança pública e aos profissionais administrativos que atuam nessas instituições.

Requisitos - Este curso não exige que tenham sido realizados cursos anteriores na REDE EAD.

Recomendações - Recomenda-se que você tenha disponibilidade de 5 a 7 horas por semana para leitura dos módulos e materiais complementares, pesquisas, realização de exercícios e interação com tutor e demais estudantes.

Conteúdo Programático

Módulo 1 – Conflitos e Violência
Módulo 2 – Meios de Resolução Pacífica de Conflitos
Módulo 3 – Mediação de Conflitos
Módulo 4 – O Mediador
Módulo 5 – Ética e Confidencialidade do Mediador

Referência Bibliográfica

BRASIL. Ministério da Justiça. Secretaria Nacional de Segurança Pública. Curso de Mediação e Resolução Pacífica de Conflitos em Segurança Cidadã. Brasília:Senasp. 2007.
SEIDEL, Daniel [org.]. Mediação de Conflitos: a solução de muitos problemas pode estar em suas mãos. Brasília: Vida e Juventude, 2007.



38. Mediação de Conflitos 2 - MC2

Modalidade: Curso a Distância
Carga Horária: 60 horas

Apresentação - Na Unidade 1 do curso de mediação de conflitos você teve a oportunidade de estudar os aspectos mais conceituais relativos ao tema. Nesta Unidade, denominada Mediação de Conflitos 2 você estudará os aspectos técnicos que possibilitam o processo e mediação.

Público de Interesse - O curso se destina aos profissionais da área de segurança pública e aos profissionais administrativos que atuam nessas instituições.

Requisitos - Este curso exige aprovação no curso Mediação de Conflitos 1

Recomendações - Recomenda-se que você tenha disponibilidade de 5 a 7 horas por semana para leitura dos módulos e materiais complementares, pesquisas, realização de exercícios e interação com tutor e demais estudantes.

Conteúdo Programático

Módulo 1 – Modelos e Técnicas de mediação
Módulo 2- A Mediação passo a passo
Módulo 3 - Mediação de Conflitos e Segurança Pública

Referência Bibliográfica

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA. UCB Virtual. Curso Superior de Tecnologia em Segurança e Ordem Pública. Prevenção, Mediação e Resolução de Conflito. Disponível em: . Acesso em: 06 de janeiro de 2010. Acesso ao conteúdo com login e senha.
SEIDEL, Daniel [org.]. Mediação de Conflitos: a solução de muitos problemas pode estar em suas mãos. Brasília: Vida e Juventude, 2007.

CURSO SENASP DE POLICIAMENTO ORIENTADO POR PROBLEMAS


MINISTÉRIO DA JUSTIÇA - SENASP - CURSO EAD

46. Policiamento Orientado por Problemas (Sara Model) - POP

Modalidade: Curso a Distância
Carga Horária: 60 horas

Apresentação - Para melhorar a qualidade de vida no nível “local”, é preciso que operadores do sistema de segurança pública, especialmente os policiais, com o apoio das lideranças comunitárias, identifiquem e solucionem problemas diários como: pichação, som alto de veículos e violência doméstica, entre outros. Este curso possibilitará que o profissional da área de segurança pública conheça e utilize o método IARA: Identificar os problemas vividos na sua comunidade, Analisar as suas causas principais, Responder com ações criativas e Avaliar os seus impactos com o apoio da comunidade.

Público de Interesse - O curso se destina aos profissionais da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Guardas Municipais.

Requisitos - Este curso não exige que tenham sido realizados cursos anteriores na REDE EAD.

Recomendações - Recomenda-se que você tenha disponibilidade de 5 a 7 horas por semana para leitura dos módulos e materiais complementares, pesquisas, realização de exercícios e interação com tutor e demais estudantes.

Conteúdo Programático

Módulo 1 – Fundamentos do Policiamento Moderno
Módulo 2 – As Metodologias de Planejamento
Módulo 3 – Método IARA ou SARA
Módulo 4 – Prevenção do Crime Situacional

Referência Bibliográfica

ARKE, Ronald V.; ECK, John E. Crime Analysis for Problem Solvers in 60 Small Steps. U.S. Department Of Justice. Office of Community Oriented Policing Service. 2003. Disponível em: < http://www.cops.usdoj.gov/Default.asp?Item=1597>. Acesso em 02 nov. 2006.
GOLDSTEIN, Herman. Problem-Oriented Policing. McGraw-Hill. Inc. 1990
MOORE, Mark Harrison. Policiamento Comunitário e Policiamento para a Solução de Problemas. In: TONRY, Michael e MORRIS, Norval (orgs.) Policiamento Moderno. Trad. Jacy Tardia Ghirotti. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003. Série Polícia e Sociedade, n.7. (Tradução de: Modern Policing).
OLIVEIRA, Alexandre Magno de. Os indicadores de qualidade para avaliação do policiamento comunitário na Polícia Militar de Minas Gerais. Monografia (especialização) - Academia de Polícia Militar, Polícia Militar de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2008.





FONTE: http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJE9CFF814ITEMIDE56556EEF7C446938DEA49DCBB154FA7PTBRIE.htm

CURSO SENASP DE POLICIAMENTO COMUNITÁRIO ESCOLAR

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, SENASP - CURSO EAD


45. Policiamento Comunitário Escolar - PCE

Modalidade: Curso a distância
Carga horária: 60 horas

Apresentação - Este curso tem por finalidade contribuir para que a promoção de uma cultura de segurança, bem-estar e paz, se constitua como uma estratégia prioritária nas escolas, por meio de ações inerentes ao policiamento comunitário escolar. Por isso, julgamos ser de extrema importância para a formação dos profissionais que atuam na área de segurança pública. Contém os procedimentos a serem adotados pelos principais órgãos governamentais que compõem o sistema de proteção das escolas, bem como a tipificação de crimes, contravenções e atos infracionais que possam ocorrer no ambiente escolar.

Público de Interesse - O curso se destina aos profissionais da área de segurança pública e aos profissionais administrativos que atuam nessas instituições.

Requisitos - Este curso não exige que tenham sido realizados cursos anteriores na REDE EAD.

Recomendações - Recomenda-se que você tenha disponibilidade de 5 a 7 horas por semana para leitura dos módulos e materiais complementares, pesquisas, realização de exercícios e interação com tutor e demais estudantes.

Conteúdo Programático

Módulo 1 – O Ambiente Escolar
Módulo 2 - Características do Policiamento nas Escolas
Módulo 3 - Composição e Competências dos Órgãos do Sistema de Segurança Escolar
Módulo 4 - Eventos que influenciam na Segurança do Ambiente Escolar
Módulo 5 - Atribuições das Escolas e dos Órgãos de Segurança nas Ações de enfrentamento da Violência no Ambiente Escolar

Referências Bibliográficas

ABRAMOVAY, M. e RUA, M. das G. Violências nas Escolas. Brasília: Unesco,2002.
GOMES, C. Dos Valores Proclamados aos Valores Vividos. Brasília: UNESCO, 2001.
LAZZARINI, Álvaro. Estudos de Direito Administrativo. 2ª Ed. – SP: Ed Revista dos Tribunais, 1999. São Paulo. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Manual de proteção escolar e promoção da cidadania, 2009
DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Educação. Regimento Es¬colar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília: Subsecretaria de Educação Pública, 2006.

FONTE: http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJE9CFF814ITEMIDE56556EEF7C446938DEA49DCBB154FA7PTBRIE.htm